segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

Mulheres do Norte

Excelente bilhete postal ilustrado de Costumes retratando a beleza e o colorido do vestuário das Mulheres do Norte. Edição FAM - F. A. Martins - Lisboa. Exemplar circulado em 7 de Janeiro de 1920.

sábado, 6 de Fevereiro de 2010

Campeões de Portugal em Futebol

Acho esta fotografia particularmente bonita. Comprei-a porque... gostei dela, do ar descontraído das pessoas, do sentimento que estavam bem com a vida. No verso tem uma legenda curiosa: "Homenagem aos campiões de Portugal em Futebol. Quinta Fonte da Vinha, 14 de Agosto de 1932."
Desconheço quem são estes notáveis "campiões" mas acredito que, dentre os habituais passantes nestas Margens, alguém possa ajudar.

Pedras Salgadas (cerca de 1910)

Notável ambiência de Pedras Salgadas - Campo de Jogos, neste bilhete postal ilustrado dos primeiros anos do século XX. Edição de Elisa B. Pereira. Exemplar circulado em 28 de Setembro de 1921 para o Porto.

Guarda - Igreja da Misericórdia

Lindíssimo bilhete postal ilustrado da Guarda, Igreja da Misericórdia, quer pela qualidade da impressão quer pela genuinidade do cliché. Edição de Alberto Malva - Rua de S. Julião, nº 41 - Lisboa. Cerca de 1900. Exemplar não circulado.

sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Revista de Imprensa

In "Público", 5 de Fevereiro de 2010

Os Reféns da Quinta da Vigia
Comentário por Manuel Carvalho

É difícil discutir assuntos sérios tipo propostas de alterações legislativas vindas da Madeira sem que a figura de Alberto João Jardim apareça a semear confusão.
Por instantes, porém, esqueçam-se as frases feitas sobre o senhor do arquipélago e avaliem-se as duas teses que levaram ontem os deputados a gastar mais tempo com as receitas da Madeira do que com o afundamento da Bolsa: a primeira afirma que as propostas devem ser chumbadas, porque Jardim merece uma lição; a segunda adianta que as alterações devem ser feitas, porque a Madeira é vítima de injustiça e da perseguição do Governo.
O que se deve medir em primeiro lugar é se a lei cumpre ou não os princípios da justiça e da coesão territorial. Em 2007, esses princípios entraram na lei para se calcular as transferências financeiras para as autonomias e, no final, os Açores ganharam e a Madeira perdeu. Por perseguição? Não, apenas porque a Madeira tinha um rendimento per capita de 128 por cento da média nacional, enquanto os açorianos viviam com 88 por cento. Mais: enquanto o rendimento nacional rondava os 76 por cento da média europeia, os madeirenses beneficiavam de um nível de 97 por cento - no país mais desigual da Europa, só Lisboa está acima.
Depois, enquanto os Açores têm uma dívida irrelevante, o buraco da Madeira faz lembrar o grego, equivalente a 127 por cento do PIB regional. E nem perdões de dívidas nem a complacência dos governos travaram a espiral de despesismo. O monstro precisa de mais recursos, mas os do continente, porque Jardim não está para poupar nem para aumentar o IVA regional para os valores pagos em Viana ou na Sertã.
Num país justo, seria uma injustiça que a parte pobre financiasse a parte rica. Era como se na União Europeia Portugal pagasse o desenvolvimento sueco.
Apesar das evidências, Jardim põe o país em sobressalto, porque quando a Quinta da Vigia grita, o PSD treme. Ou porque, depois da derrota no Orçamento, os demais partidos persistem em lembrar o Governo que têm poder de condicionar as suas opções.
Num momento em que o país se torna o epicentro das atenções dos mercados financeiros, a estabilidade que se ganhou no último mês está em vias de se esgotar à custa de uma birra que ninguém percebe. Nesta deriva, espera-se que o Presidente, que promulgou a lei de 2007, os faça regressar à razão. O que está em causa não é a aversão a Jardim.
No actual estado do país, mudar a lei é abdicar de princípios básicos de rigor fiscal e de equidade territorial. Mais importante que as finanças da Madeira é a agonia do interior. Mas aí não há um Jardim para causar alvoroço.

quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Mulheres do Norte

Nos princípios do século XX, com a vertigem de retratar em bilhetes postais ilustrados tudo o que era genuinamente nacional, os editores de postais nacionais "brindaram-nos" com clichés notáveis de mulheres portugueses, bonitas e com traços bem vincados, muitas vezes impecavelmente vestidas com as indumentárias da época.
É o caso desta "Mulher do Norte de Portugal". Edição Costa, Lisboa, nº 1094. Exemplar circulado em 2o de Janeiro de 1908.

quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

3 de Fevereiro (1927-2010)

Passa hoje mais um aniversário da revolta do 3 de Fevereiro de 1927 que ficou conhecida como a revolta militar do "reviralho".
Foi liderada pelo general Adalberto Gastão de Sousa Dias, tendo como chefe do estado-maior o coronel Fernando Freiria, apoiado por um comité revolucionário, com Jaime Cortesão, Raúl Proença, Jaime Alberto de Castro Morais, João Maria Ferreira Sarmento Pimentel e João Pereira de Carvalho, aparecendo até na conspiração José Domingues dos Santos.
O movimento começou no Porto, a 3 de Fevereiro, mas haveria de fracassar, sobretudo devido a problemas de comunicação com os revoltosos de Lisboa e de Lagos que avançaram em dias diferentes, 5 e 7, respectivamente.
Neste movimento participaram os militares de artilharia aquartelados em Amarante, muitos deles depois sujeitos ao exílio nos Açores e, posteriormente, em Angola.
Este foi a primeira tentativa de golpe militar após o 28 de Maio.
Esta acabaria por ser, também, a razão da transferência e extinção do quartel militar em Amarante, em 1931.

segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

Matosinhos - Prado / Emílio Biel

Notável bilhete postal ilustrado editado nos princípios de 1900 por Emílio Biel. Exemplar não circulado.

domingo, 31 de Janeiro de 2010

Azeite

Já que estamos em "maré de azeite", aqui vai selo dos CTT.

Festival do Azeite Novo - Mirandela

Está a decorrer em Mirandela o Festival de Sabores do Azeite Novo. Uma Festa em celebração do azeite novo e o reconhecimento de costumes ancestrais, agora que o azeite tende a recuperar a importância económica que já teve, importante agente de criação de riqueza no interior do país e garante da fização de pessoas.
Mirandela e a Associação de Olivicultores do Trás-os-Montes tem feito um trabalho notável para o aumento da qualidade do azeite da Região, justamente, considerado um dos Melhores do Mundo, como o comprovam os inúmeros prémios recebidos em certames internacionais. Em 2007 o Azeite "Romeu" foi considerado o melhor do mundo.
Recorde-se que o azeite vem sendo reconhecido pela sua qualidade na base de uma alimentação saudável e que Portugal, apesar de ter alguns dos melhores azeites do mundo, importa cerca de 60% do azeite que consome.
Felizmente, nos últimos tempos tem-se assistido a grandes plantações de novos olivais, seja no Alentejo seja nas Beiras e em Trás-os-Montes.

Museu das Curiosidades - Romeu - Mirandela

Aldeia do Romeu, Mirandela, Restaurante Maria Rita, Clemente Menéres, Azeite, engenho, paixão, ruralidade, gastronomia. Do que melhor tem Portugal.
Pegue na família e vá à descoberta de Portugal.

sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Agustina

"Agustina Bessa Luís -Vida e Obra". Conferência por Inês Pedrosa. 4 de Fevereiro, às 19h no Auditório da Biblioteca Municipal Albano Sardoeira, Amarante.

quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

Porto - Antigo Convento da Avé Maria (S. Bento)

Com a gentileza do amigo JP, apresentamos mais uma imagem do Antigo Convento da Avé Maria (S. Bento) demolido no último quartel do século XIX para a construção da Estação Ferroviária de S. Bento, na cidade do Porto. Trata-se de um lindíssimo e raro bilhete postal ilustrado editado por Alberto Ferreira, Batalha, Porto, nos primeiros anos do século XX.

Porto - Feira da Cordoaria


O amigo José Pereira brinda-nos com este "postal muito interessante, pois ilustra a antiga feira da Cordoaria que se fazia às Terças-Feiras ao lado da antiga cadeia da relação, antes de existir o Mercado do Anjo."

Filexgaya 2010

Cartaz da FILEXGAYA 2010

De 27 de Fevereiro a 14 de Março o simpático Clube de Coleccionadores de Gaia, presidido pelo amigo Fernando Correia, irá realizar a FILEXGAYA 2010.
Os Salões do Auditório Municipal de Vila Nova de Gaia, na Rua de Moçambique, gentilmente cedidos ao Clube de Coleccionadores de Gaia para a realização da 1ª FILEXGAYA, irão albergar, o que de melhor, sobre filatelia temos em Portugal.
Algumas destas colecções, vão estar presentes na "Mundial 2010" a realizar em Outubro na FIL. Os CTT concederam a esta exposição, um carimbo comemorativo deste certame, para o dia 6 de Março, bem como será editado pela organização um Selo Personalizado (SP) que certamente irão enriquecer os amantes da filatelia, dada a sua originalidade.
Esta exposição filatélica conta com o apoio da Federação Portuguesa de Filatelia - APD e CTT - Correios de Portugal.

quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

Vila Real (cerca de 1905)

Excelente bilhete postal ilustrado de Vila Real - Jardim Público, cliché de A. Pinheiro, edição da Imprensa Moderna - Villa Real. Exemplar circulado. Data não legível (antes de 1910).

Porto - Antigo Convento da Avé Maria

Há muito tempo que buscava uma imagem do Antigo Convento da Avé Maria, demolido para construir a Estação de S. Bento, na cidade do Porto. O amigo Carlos Cardoso, de Braga, ajudou e ele cá está, para todos os que gostam do Porto e da sua história e vão passando aqui pelas Margens.
Trata-de de um bilhete postal ilustrado editado por "Fabri - Editor - Porto", com cliché da Photografia Perez, Porto, nº 35 - 1ª ed. Impresso na Tipografia Progresso - Porto, cerca de 1905. Exemplar não circulado.

segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010

Régua - Uma preciosidade

Afinal o amigo José Pereira não pára de nos surpreender e vai-nos facultando belíssimos bilhetes postais ilustrados da Régua. Este, trata-se de um postal com cliché do Mestre fotógrafo Domingos Alvão, tirado num ângulo fantástico. Este BPI é, ainda, notável por uma particularidade muito especial que faz dele uma raridade, quase peça única. Adivinhe? José Alfredo, então?

domingo, 24 de Janeiro de 2010

Vinho Verde, um vinho de ano?

Há muitos anos que venho travando uma batalha contra aqueles que defendem que o vinho verde é um vinho de ano. Um vinho que não consegue "sobreviver" mais que um verão. Que eu justifico por não terem qualidade.
Felizmente, nos últimos 30 anos, a exemplo de outras regiões vitícolas do país, a região dos Vinhos Verdes melhorou imenso em termos de viticultura e de enologia. Ou seja, os produtores passaram a ser mais cuidadosos na forma como tratam as suas vinhas (desde a concepção, localização, escolha das castas e dos porta enxertos, adubações e podas) e, sobretudo, investiram nas suas adegas.
O que lhes permitiu, entre outras coisas, fazer o controle da fermentação.
Resultado; Melhores vinhos, com mais teor alcoólico e menor taxas de acidez.
E se há 20 anos os vinhos verdes brancos tinham 9 graus, hoje vemos que a grande maioria dos vinhos verdes brancos tem 11/11,5 graus e muitos deles ultrapassam mesmo esses valores.
Posto isto, coloca-se a pergunta óbvia: Porque é que estes vinhos não podem perdurar no tempo e envelhecer na garrafa? E gerarem marcas com grande notoriedade?
A resposta é simples: É óbvio que podem e há já alguns bons exemplos dessa possibilidade.
Recentemente, abri uma garrafa de vinho verde branco da ""Casa de Tormes -1998 e, apesar dos seus 11 anos, estava ainda em excelentes condições. Oxidado em níveis aceitáveis e com níveis de envelhecimento muito interessantes.
Mas a boa surpresa veio dos vinhos verdes tintos.
Recentemente, abri uma garrafa da "Quinta do Outeiro de Baixo - 2000", vinho premiado na época com a Medalha de Ouro pela CVRVV. Criou depósito, o que é natural. Mantém uma cor vermelha viva e uma espuma ainda rosácea. O paladar demonstra o envelhecimento do vinho. Notável para um vinho verde tinto com 10 anos.
Na passada 6ª feira, tive o privilégio de abrir uma garrafa de vinho "Do Arco da Velha", selo da CVRVV de 2003.
Igualmente notável o que pudemos provar. Uma cor intensa, um paladar consistentemente envelhecido.
Parabéns aos produtores e suas equipas que nos permitiram esta experiência.
Contudo, tenho consciência que este movimento não é relevante para os grandes líderes, em termos de produção, da região dos vinhos verdes.
O mesmo se diga para a CVRVV que eles controlam. Para eles interessa quantidade e preço. Uma bebida simples, pouco complexa, que, como a Coca Cola, deve ter gás e ser bebida fresca.
O tempo encarregar-se-á de provar que eles estão profundamente errados.
Em 2003, por ocasião de uma entrega de prémios dos melhores vinhos verdes da subregião de Amarante, tive a oportunidade de dar a provar um vinho branco de Amarante de 1991.
A reacção dos presentes foi inesquecível. Um misto de espanto e de estupefacção. Que recordo com satisfação.
Hoje esse vinho tem 19 anos e... ainda tenho uma dezena de garrafas (para memória futura!).
Espero que os produtores da região dos vinhos verdes e, especialmente, os da subregião de Amarante, possam perceber a importância de produzir vinhos de grande qualidade que possam passar o teste de sobreviver a 5 longos anos de garrafeira.
É evidente que depois há o marketing, o lobbing e a distribuição.
Sem estes grandes vinhos que fazem marcas com grande notoriedade, nunca teremos uma região respeitada por produzir vinhos de grande qualidade.

Pousada do Marão - Amarante / Anos 40

Este é um excelente bilhete postal ilustrado, por diversas razões. Antes de mais, pela magnífica paisagem que retrata toda a grandiosidade da Serra do Marão no local onde se instalou a Pousada do Marão, nos anos 40 (1941), na curva conhecida por curva do Lacete ou, também, curva da Morte.
Curioso porque retrata a primeira versão da Pousada do Marão que viria alguns (poucos) anos depois, percebidas as suas pequenas dimensões face à procura, a ser ampliada sobre o lado esquerdo.
Trata-se de uma "Edição de LUXO da Papelaria Branco", de Vila Real, também adquirida por "Alcino dos Reis" para assuntos de Amarante, designadas "Fotografia Verdadeira", e "Fabricada em Itália". Era uma edição do "Portugal Turístico, Edições Santos" que, assim, a colocava nas casas locais.
No caso deste BPI, atento a que a Papelaria Branco era de Vila Real, saiu a legenda "Vila Real - Pousada do Marão", erro detectado a tempo e solucionado cum uma pequena faixa preta em Vila Real.

Régua anos 30

Bilhete postal ilustrado "Peso da Régua - Avenida João Franco - 7", Edição Sebastião Gouvêa - Cliché A. Santos.

Régua anos 30

Bilhete postal ilustrado "Peso da Régua - Rua dos Camilos - 2", Edição Sebastião Gouvêa - Cliché A. Santos.

Régua anos 30

Bilhete postal ilustrado "Peso da Régua - Carga de Barcos Rabelos com Vinho do Porto - 9", Edição Sebastião Gouvêa - Cliché A. Santos.

Régua anos 30

Bilhete postal ilustrado "Peso da Régua - Largo dos Aviadores - 6", Edição Sebastião Gouvêa - Cliché A. Santos.

Régua anos 30

Vamos agora iniciar a publicação de 5 bilhetes postais ilustrados da Régua do anos 30, Edição de Sebastião Gouvêa - Cliché A. Santos, numa gentileza do amigo Manuel Cardoso, de Macedo de Cavaleiros, para o amigo José Alfredo, da Régua.
Este primeiro, nº 10 da colecção, retrata a "Egreja Matriz".

Régua - Rua dos Camilos

Com a gentileza do amigo José Pereira, deixamos mais um excelente postal da Régua, Rua dos Camilos, num cliché de Mestre Domingos Alvão.

Barco - Nazaré

O bom amigo Hélio Matias, habitual passante e contribuidor destas Margens, ele que vem das margens do rio grande, envia-nos este lindíssimo bilhete postal ilustrado com um notável cliché da luta entre o homem e o mar, com a seguinte mensagem:
Da Nazaré, gosto da luta entre o homem e o mar, e junto os postais que melhor transmitem essa sensação - a entrada e saída dos barcos.
Este postal circulado entre a Nazaré e França em 31 de Agosto de 1960, sintetiza bem essa luta.
Edição "das fotografias de Carlos Vitorino".
Um abraço.
Hélio Matias

sábado, 23 de Janeiro de 2010

Régua anos 60

O amigo José Pereira acaba de nos enviar este lindíssimo bilhete postal ilustrado da Régua que certamente deixará feliz o amigo José Alfredo, com a seguinte mensagem: "Existem postais magnificos a cores e este que comprei hoje da Régua é para olhar com saudades e como gostava de ter uma daquelas máquinas.Um abraço."
Um abraço amigo para si também.

Comboio a vapor - Sernada do Vouga

Bilhete postal ilustrado "Locomotiva E 92, Sernada do Vouga - 1972", edição de J.T. Estarreja. Exemplar não circulado.

Vidago - Campo de Golfe

Bilhete postal ilustrado "Vidago - Campo de golf", cerca dos anos 60, edição Lifer - Porto. Exemplar não circulado

Revista de Imprensa

In JN Online

A primeira tacada do canal Sport TV Golfe
Lançamento oficial
00h30m
O mais recente canal da chancela Sport TV inaugurou ontem emissão pelas 19.30 horas.

Na ocasião, Joaquim Oliveira, presidente da estação, começou por justificar a aposta, referindo que o golfe "faz parte do roteiro turístico mundial", garantindo, a seguir, que esta oferta televisiva tenciona "ser dos melhores canais do Mundo" sobre este desporto.

Laurentino Dias deu os parabéns à Sport TV e lembrou que o golfe é "das modalidades que tem suscitado mais apoio do Governo". O secretário de Estado da Juventude e do Desporto disse ainda: "O golfe significa 14% do PIB turístico, que é um dos maiores factores de desenvolvimento da economia nacional".

Leça - Saindo da Missa

Excelente bilhete postal ilustrado "Leça - Saindo da Missa", editado pelas "Messageries Maritimes". Exemplar do início do século XX (cerca de 1905), circulado, mas com data não legível.

sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010

Gosto do bom gosto

Bilhete postal ilustrado humorístico alusivo ao Vinho do Porto. Edição RF, Lisboa, impresso na Lit. Valério, Lisboa. Exemplar não circulado.

quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010

"O" Postal

Todos os coleccionadores lutam por conseguir o melhor para as suas coleccções. É o caso do amigo José Pereira, grande coleccionador da temática Porto que, "depois de muito andar", conseguiu finalmente "o postal que lhe faltava na colecção".
Trata-se de um "Gruss", "Recordação do Porto", policromo, editado pelos Irmãos Kunzli, de Zurique, na segunda metade da década de 90 (do século XIX, naturalmente), provavelmente em 1898, utilizando como técnica de impressão a cromolitografia, com um lindíssimo motivo da "Ponte D. Luiz 1º" e um pormenor de costumes de "Ramalde".
Circulado em 28 de Março de 1899, trata-se de uma excelente peça.
Muitos Parabéns.

terça-feira, 19 de Janeiro de 2010

Atentado (?!) a Afonso Costa

Todos temos a ideia de que a I República ficou marcada pelos tempos conturbados de golpes e contra-golpes, novos governos, tumultos, discursos inflamados, perseguições, assassinatos, etc, etc.
Folheando uma "Ilustração Portugueza", de 1915, dei com esta curiosa notícia sobre a convalescença de Afonso Costa e recordei-me dos diversos episódios deste ano de 1915 onde a insegurança estava sempre presente.
Em 21 de Fevereiro, Afonso Costa sofreu um atentado no Porto.
Mais tarde, em 3 de Julho, Afonso Costa viajava de eléctrico na Avenida 24 de Julho, a caminho de Algés, quando um clarão e o estampido de um curto-circuito o fizeram supor tratar-se de um atentado.
De imediato, Afonso Costa saltou do eléctrico embatendo com a cabeça no chão, o que lhe provocou um traumatismo craniano, felizmente, sem consequências graves.
Tempos curiosos aqueles...

Instituto Moderno - Porto

O amigo José Pereira, ilustre cartofilista da temática Porto, brinda-nos com mais este excelente postal do antigo Instituto Moderno, com a mensagem que transcrevemos:

"Este postal é muito interessante pois o Edifício nasceu como Instituto Moderno do Porto,colégio interno, frequentado na época por estudantes de famílias com possibilidades monetárias, circulado em 1913 e passou para Quartel da GNR(Início do Estado Novo?) e hoje pertence à PSP, fica junto ao Estádio do Dragão."

domingo, 17 de Janeiro de 2010

Porto Anos 50

Porto - Rua de Sto António
BPI Edição de C. Conseil de Vasconcelos. Tabacaria Africana.
Outra vez as cores, a ambiência, o eléctrico a subir Sto António, os reclames, o polícia sinaleiro...

Porto Anos 50

Porto - Rua dos Clérigos
BPI Edição de C. Conseil de Vasconcelos. Tabacaria Africana. Exemplar não circulado.
Que ambiência! Que luz! Que cores!

Arouca

Arouca - Praça Brandão de Vasconcelos.
BPI Edição da Câmara Municipal de Arouca. Exemplar não circulado.

Mondim de Basto

Mondim de Basto - Vista da Capela do Fojo e Monte Farinha.
BPI edição Foto CarCosta. Exemplar não circulado

sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010

Relógio do apocalipse


O Boletim de Cientistas Atômicos (BAS, na sigla em inglês) atrasou em um minuto nesta quinta-feira o "Relógio do Apocalipse". Agora, o mecanismo simbólico controlado pela organização para indicar o risco de destruição total da humanidade está marcando seis minutos para a meia-noite.

Quanto mais próximo o ponteiro dos minutos estiver da meia-noite, maior é o risco que o mundo está correndo. Para "ajustar o relógio", o BAS utiliza três fatores principais: arsenal nuclear, mudança climática e biosegurança.

O grupo de cientistas sustentou sua decisão baseando-se no "esperançoso status da diplomacia mundial" em relação às armas nucleares e ao aquecimento global, apesar do fracasso das negociações na conferência climática COP-15, realizada em dezembro passado, na Dinamarca.

"Nós estamos equilibrando nossa decisão a partir do avanço rumo a um mundo livre de armas nucleares. Pela primeira vez desde que bombas atômicas foram usadas, em 1945, líderes de países atômicos estão cooperando vastamente para reduzir seus arsenais", afirmou a equipe durante evento em Nova York.

Em 2007 foi a última vez que o "Relógio do Apocalipse" foi ajustado. Os cientistas do BAS, diante dos testes nucleares norte-coreanos, adiantaram o mecanismo em dois minutos, de sete para cinco para meia-noite.

Em 1991, com o final da União Soviética e o final da Guerra Fria, foi a oportunidade em que o ponteiro dos minutos esteve mais afastado do 12. Na época, faltavam 17 minutos para meia-noite. Já em 1953, no auge do conflito velado entre americanos e soviéticos, o relógio chegou a dois minutos para meia-noite.

O "Relógio do Apocalipse" foi criado por cientistas de Chicago que participaram do projeto Manhattan, que deu origem à bomba atômica, lançada pela primeira vez sobre Hiroshima, no Japão, em 6 de agosto de 1945.


In http://noticias.terra.com.br/

Doomsday Clock



quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010

Revista de Imprensa

In JN on line

Sismo foi 35 vezes mais forte do que bomba de Hiroshima
21h32m

O sismo de 7 graus na escala de Richter que abalou o Haiti na terça-feira foi 35 vezes mais forte do que a bomba atómica lançada sobre Hiroshima no final da II Grande Guerra Mundial.
A afirmação é de Roger Searle, professor de Geofísica na Universidade de Durham, no Reino Unido, que comparou a energia libertada pelo sismo à explosão de meio milhão de toneladas de TNT.
Searle assinalou ainda que, apesar da magnitude do sismo, "a energia libertada foi uma centésima parte da do sismo que assolou Aceh, na Indonésia, em 2004".
O geofísico explicou à agência espanhola Efe que, "embora não seja possível prever a data de ocorrência de um sismo, pode saber-se onde vai ter lugar, já que a maioria se produz na junção das placas tectónicas".
"Ali, onde se encontram as placas tectónicas, cria-se uma complexa rede de falhas que permite prever qual se vai mover primeiro", explicou Searle.
De acordo com o Serviço Geológico Britânico, embora há 250 anos não se registasse um terramoto no Haiti, "sob o território há uma rede de falhas, que o tornam susceptível", sustentou ainda.
Searle assinalou que todos os anos ocorrem, no mundo, 50 sismos com a mesma magnitude do que o que assolou o Haiti, embora não causem um tão elevado grau de destruição e morte por terem lugar longe de zonas densamente povoadas ou em lugares próximos às placas tectónicas, onde a construção é mais sólida, como no Japão ou na Califórnia (EUA).

Linha do Vale do Vouga


Vouzela Anos 10 (actualizado)

Vouzela de outros tempos

Bilhete postal ilustrado de Vouzela anos 10 (actualizado). Edição da Casa da Montanha - Castela. Exemplar não circulado.

Macedo de Cavaleiros Rua a Rua - Manuel Cardoso

O amigo Manuel Cardoso não pára de nos surpreender. Já aqui falamos dos seus mais recentes romances (Tiro na Bruma e O Segredo da Fonte Queimada), hoje trazemos este "livrinho", "rua a rua", que todas as terras deveriam ter.
Trata-se de uma obra editada pela Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros em 2005, com 142 páginas, onde o autor nos leva por bairros, avenidas, praças, largos ruas e travessas, trazendo-se com simplicidade a sua genética, história e estórias, profusamente ilustrado com reproduções de fotografias, muitas delas notáveis.
O amigo António Patrício irá gostar de ver e quem sabe...

Régua anos 10 (actualizado)


Régua de outros tempos
Bilhete postal ilustrado da Régua anos 10 (actualizado). Cliché e edição de António José Rodrigues, Armazéns de Lisboa, Régua. Exemplar circulado em 26 de Abril de 1931.

Régua anos 10 (actualizado)


Régua de outros tempos
Bilhete postal ilustrado da Régua anos 10 (actualizado). Cliché e edição de António José Rodrigues, Armazéns de Lisboa, Régua. Exemplar circulado em 11 de Maio de 1931.

Régua anos 10 (actualizado)

Régua de outros tempos
Bilhete postal ilustrado da Régua anos 10 (actualizado). Cliché e edição de António José Rodrigues, Armazéns de Lisboa, Régua. Exemplar circulado em 6 de Maio de 1931.