domingo, 29 de novembro de 2009

"O Caso Mental Português" - Fernando Pessoa

"O Caso Mental Português" é uma obra publicada em 1932 na Revista Fama, onde Fernando Pessoa fala, de forma brilhante, "sobre o estado presente da mentalidade portuguesa".
Recentemente, Paulo Gaspar Ferreira, da "In-Libris - Sociedade para a promoção do livro e da cultura, Lda", do Porto, acaba de reeditar a obra na colecção "Grandes Textículos".
Por nós, seria livro obrigatório nas mesinhas de cabeceira portuguesas.

"Portugal: L'aube de la liberté" - Álvaro Cunhal

Livro de Álvaro Cunhal de 246 páginas editado em França, em Agosto de 1974, pela Editora “Editions Sociales”, Paris, na colecção “Notre Temps”. Cunhal passa em revista temas como a questão agrária, a guerra colonial, Portugal e a Europa, o PCP e o futuro, os perigos da direita, entre outros. Muito interessante. Para ler sem nostalgia.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Figueira da Foz - Peixeiras de volta do mercado

Mais um dos melhores bilhetes postais ilustrados portugueses, editado na Figueira da Foz por Adelino Alves Pereira nos primeiros anos do século XX. Trata-se de uma fototipia animada litograficamente que integra uma colecção de, pelo menos, 14 BPI. Exemplar não circulado.
Um agradecimento especial à coleccionadora Ana Gaspar, de Lisboa.
Faça duplo click e repare nas cores, nas caras, nas roupas, nos olhares. Estávamos em 1910. Fantástico!

Revista de Imprensa

In Jornal de Negócios on line 24NOV09

Philip Kotler
"A turbulência é a nova normalidade"

No mundo pós-crise, a turbulência nas empresas e no mundo em geral será a nova normalidade. Os líderes devem cultivar um alto nível de paranóia e estar em estado de alerta constante, traça, ao Negócios, Philip Kotler que, lançou o livro: "Vencer em Tempo de Caos", em co-autoria com John A. Caslione.

Lucia Crespo
lcrespo@negocios.pt

No mundo pós-crise, a turbulência nas empresas e no mundo em geral será a nova normalidade. Os líderes devem cultivar um alto nível de paranóia e estar em estado de alerta constante, traça, ao Negócios, Philip Kotler que, lançou o livro: "Vencer em Tempo de Caos", em co-autoria com John A. Caslione.

"Acredito que vamos sentir maior turbulência nos tempos próximos, dada a interconectividade do mundo global. O comércio, a informação e o capital estão interligados em diferentes partes do mundo. Um incêndio numa fábrica da Ásia pode afectar um negócio nos Estados Unidos. Em apenas um dia pode haver pânico com hipotecas e falhas que levam a um colapso do sistema financeiro mundial. Vivemos na era da incerteza e os gestores têm de aprender a gerir esta incerteza", salienta

"A maioria das empresas não está preparada para este cenário. As suas defesas estão dispersas e são insuficientes. A Motorola não tem um sistema para vencer em tempos de caos. A General Motors também não", aponta Kotler. "Existem algumas excepções, como a Shell, com sistemas de 'business Intelligence' muito desenvolvidos, e a General Electric (GE), que actua preventivamente, apostando na energia solar e eólica para não ficar dependente do petróleo", indica .

Nesta era da turbulência, a concorrência passa a "hiperconcorrência" e as vantagens competitivas de uma empresa duram muito pouco tempo. "A vantagem competitiva já não é sustentável a longo prazo. As vantagens estão sempre a ser criadas, desgastadas, destruídas e recriadas através de manobras estratégicas. Hoje, para vencer, é preciso tornar obsoletas as vantagens competitivas do actual líder de mercado", refere Kotler, citando Richard D 'Aveni, autor da obra "Hypercompetition: managing the dynamics of strategic maneuvering".

A era da turbulência exige, segundo Kotler, um planeamento mais dinâmico, interactivo , compacto, com ciclos temporais mais curtos (de três em três meses). Os processos de decisão devem ser mais céleres. Para tal, uma grande empresa deve dividir-se em entidades mais pequenas e estas devem ser subdivididas em grupos. Tudo em prol da rapidez e da capacidade de resposta às incertezas da era da turbulência.

Vinho Velho do Porto "Freira" - Borges & Irmão

domingo, 22 de novembro de 2009

Ovarinas

O amigo José Pereira brinda-nos com este magnífico bilhete postal ilustrado, um dos mais belos da nossa cartofilia. Trata-se de um postal editado em 1899 pelo fotógrafo e editor portuense Carlos Pereira Cardoso. Em fundo pode ver-se o farol de Leça da Palmeira.

"As três graças"

Typos de Estudo - Portugal - As Três Graças
Um belíssimo bilhete postal ilustrado com um belíssimo cliché. Edição Costa, R. do Ouro, 295, Lisboa, nº 875. Exemplar circulado em 2 de Maio de 1904.
Existe uma edição anterior, cerca de 1899, Edição Cardoso, com a legenda "Typos da Foz do Douro (três velhas peixeiras da Foz, como as que retratou Raúl Brandão)", com o cliché original de Carlos Pereira Cardoso, uma fototipia sépia e branco.

Vila Real (Cerca 1910)

Excelente bilhete postal ilustrado da entrada de Vila Real. Edição da Casa - M. J. David Guerra - Vila Real. Exemplar escrito mas não circulado.

Domingo à tarde




A ambiência de Lisboa nos primeiros anos do século XX

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

220 anos sobre a morte do Abade de Jazente


220 anos sobre a morte do Abade de Jazente

220 anos sobre a morte do Abade de Jazente

220 anos sobre a morte do Abade de Jazente

"O Abade na pista do pícaro", E. M. de Melo e Castro, in "Paulino António Cabral, O Abade de Jazente", Pedro Barros, Amarante, 1989.

220 anos sobre a morte do Abade de Jazente

220 anos sobre a morte do Abade de Jazente

220 anos sobre a morte do Abade de Jazente

220 anos sobre a morte do Abade de Jazente


220 anos sobre a morte do Abade de Jazente

220 anos sobre a morte do Abade de Jazente


Efeméride: Paulino Cabral - Abade de Jazente

A 20 de Novembro de 1789, faz hoje 220 anos, morreu Paulino António Cabral com a idade de 70 anos, padre e ilustre poeta do século XVIII, também conhecido por Abade de Jazente.
Encontra-se sepultado na Igreja de S. Pedro, em Amarante.
Durante o dia de hoje iremos publicar alguns dos seus textos poéticos e referências à sua obra.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

V E R G O N H A

A França apurou-se para a fase final do Mundial de Futebol com um golo escandalosamente irregular de Thierry Henry.

Sarkozy ficou satisfeito.

Platini (aquele senhor que gosta de dar lições de ética e de falar dos batoteiros) exultou.

Henry disse que foi com a mão mas, justificando-se, que não é árbitro.

Uma VERGONHA

Duas perguntas:

1. E se a mão e o golo tivesse sido de um jogador irlandês dando o apuramento à Irlanda?

2. Seguindo Henry, e se o homicida disser em tribunal, "matei, mas eu não sou polícia", será que o iliba?

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Futebol

Ao vencer a Bósnia por 1-0, Portugal apurou-se para a fase final do Campeonato do Mundo, a realizar em 2010 na África do Sul.
Parabéns.
Viva Portugal.

Qta de Vale Meão 2007

In winept.com

Quinta do Vale Meão 2007

Sim, é mesmo verdade, a colheita 2007 foi realmente excepcional e única no Douro, atípica mas perfeita, extraordinária na gestão de equilíbrios delicados, exemplar na elegância e precisão dos taninos, primorosa na frescura e tensão. A colheita mostrou-se tão incaracterística e excepcionalmente fresca, que não será crível repetir tal sorte num futuro próximo... sobretudo quando tanto se discute sobre as consequências do aquecimento global. O ano 2007, húmido no Inverno e enxuto no Verão, sempre fresco nas temperaturas, proporcionou uvas irrepreensíveis como o Douro há muito não conhecia. E, claro, tal como quem tem unhas toca guitarra, quem tem as melhores uvas¿ faz os melhores vinhos!
E foi isso mesmo que a Quinta do Vale Meão fez em 2007, tal como sempre o tem feito ao longo da sua ainda curta biografia... enquanto produtor independente, porque o passado, esse é bem sólido e de reputação lendária como berço do mítico Barca Velha. Os vinhos de Vale Meão são vinhos com um espírito duriense bem vincado, vinhos generosos e energéticos que encarnam de forma perfeita os dogmas do Douro Superior. Mas, para além de vinhos de terroir, são também vinhos de autor, nascidos da mão de "Xito" Olazabal, vinhos que traduzem uma visão pessoal e intransmissível do Douro. Consistência e voluntarismo são qualidades que não faltam, e o que é verdadeiramente admirável é perceber que, ano após ano, os vinhos estão melhores, mais ajuizados, mais seguros e mais equilibrados. Que o ano foi mágico para o Vale Meão, é algo que está perfeitamente visível neste vinho profundamente equilibrado e elegante, imponente e sedutor na fruta tão delicada, generoso no perfume floral. E depois acode uma boca incrivelmente precisa e rigorosa, surpreendentemente fresca para um vinho do Douro Superior, com uma métrica e rigor matemáticos que o conduzem para um final monumental. Muito mais que simples potência ou exuberância, que também tem, são a harmonia e a textura fina a marcar este Vale Meão de 2007.

Características
Região: Douro
Teor Alcoólico: 14,5%
Enólogo: Xito Olazabal
País: Portugal
O nosso Preço: 1 x 59,80 EUR

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Revista de Imprensa

In Jornal Reporter do Marão, 11 a 24 de Novembro



Efemérides

Sabe o que se poderia comemorar/lembrar na próxima 6ª feira, 20 de Novembro?

domingo, 15 de novembro de 2009

Paulino Cabral, o Abade de Jazente

A FILOSOFIA E OS ... IMPONDERÁVEIS

Às vezes se não durmo, o pensamento
Deixando o corpo sobre a cama quente,
Me leva mais ousado, que prudente,
Dos astros a medir o movimento.

Peso, calculo, meço e observo atento,
Quantos globos encerra o céu luzente;
Contemplo os turbilhões, e finalmente
Me transporto até sobre o firmamento.

Descartes lá descubro: e nesse espaço,
Que existência só tem na fantasia,
Também meus orbes risco, e mundos faço.

E eis que vem com mais certa geometria
Uma pulga, e me morde no cachaço;
Vou-me arranhar; e adeus filosofia.

Paulino António Cabral, Abade de Jazente (1719-1789)

Comovem-me



Comovem-me ainda os dias que se levantam
no deserto das nossas vidas.

Dos belos palácios da saudade
não resta a impressão dos dedos nas colunas
fendidas, e nada cresce nos pátios.

Muito além, depois das casas, o último
marinheiro continua sentado.
Os seus cabelos são brancos, pouco a pouco.

Aqui, tudo se resume a algumas tâmaras que
secaram ao sol,
longe do orvalho,
das fontes que pareciam nascer de um olhar
turvo sobre a sede da terra.

Comovem-me ainda as palavras que dizias
aos meus ouvidos aprisionados pela música.
Comovem-me as cadeiras vazias, no pátio.

Lembro-me sempre de ti.

José Agostinho Baptista, in Esta voz é quase o vento. Lisboa: Assírio& Alvim.

Há palavras que nos beijam


Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.

Alexandre O'Neill

Amadeo e Pascoaes

Há dias, encontrei o folheto de lançamento do "Espaço Cultural da Casa de Tardinhade/Amarante", ocorrido em 31 de Maio de 1991, com uma "Homenagem a Amadeo de Souza Cardosos e Teixeira de Pascoaes".
Na capa, estas duas fotos. Fantásticas. Porque por aqui passa muito do que melhor o século XX viu nas artes em Portugal.
Impressionantes os olhares.

Trabalhos na vinha - Douro. Emílio Biel, cerca 1905


Estação Caminho de Ferro de Celorico de Basto

Belíssimo bilhete postal ilustrado com a saudosa Estação do Caminho de Ferro de Celorico de Basto, num desenho de Rui Almeida. Edição do autor com o apoio da CM Celorico de Basto. Exemplar não circulado.

Revista de Imprensa

In "Público" on line

NASA apresenta resultados da missão LCROSS

É mesmo verdade: há água no pólo sul da Lua, no lado que fica sempre às escuras
Por Clara Barata

É a confirmação: no lado escuro da lua, nas crateras permanentemente obscuras do pólo sul, há muita água congelada. O choque do motor de um foguetão Centauro contra a cratera Cabeus, a 9 de Outubro, observado de perto pela sonda LCROSS da NASA, permitiu confirmar o que outros engenhos enviados até ao satélite natural da Terra tinham já sugerido com bastante certeza.

A água congelada na Lua pode revelar-nos como era o Sistema Solar há muitos milhões de anos
"Estamos em êxtase", disse Anthony Colaprete, cientista do projecto LCROSS, citado num comunicado de imprensa divulgado pela agência espacial norte-americana.

"Múltiplas provas mostram que estava presente água tanto na pluma de vapor como na cortina de materiais ejectados pelo impacto. Ainda temos de fazer mais análises para estudar a concentração e distribuição da água e de outras substâncias, mas é seguro já dizer que a cratera Cabeus tem água", explicou.

Os espectrómetros que iam na sonda mostram uma assinatura química inconfundível nos espectros do ultravioleta e do infravermelho, que só pode ser água. "Nenhuma outra combinação razoável de compostos correspondia às observações. A possibilidade de haver uma contaminação do motor Centauro também foi posta de parte", adiantou Colaprete.

Assim sendo, ficam os cientistas sem qualquer sombra de dúvida na sua mente: há água na Lua, o que facilitaria qualquer tentativa de colonização. A água pode ser usada para consumo humano, claro, mas também para fazer combustível para foguetões, por exemplo.

Só que o sonho de regressar à Lua e aí construir bases foi mais uma vez afastado, com a publicação, no fim do Verão, de um relatório de uma comissão independente sobre qual deve ser a estratégia da NASA.

O regresso à Lua, abandonada desde que o último astronauta norte-americano pisou o seu solo poeirento, em 1972 (só algumas raras sondas a visitaram desde então), fora anunciado pelo Presidente George W. Bush em 2004, mas foi agora considerado um passo desnecessário, que o orçamento da NASA não comporta.

No entanto, descobrir água na Lua, congelada há muitos milhões de anos, pode permitir-nos descobrir como era o Sistema Solar então — mesmo usando só máquinas.

sábado, 14 de novembro de 2009

Homenagem dos CORREIOS e TELEGRAFOS

Bilhete postal ilustrado editado pelo Correios para ajuda à compra de hidro-avião para "oferecer a tão intrépidos aviadores".
Edição de 1922. Exemplar não circulado.

D. Carlos 1º - A. Pinto dos Santos Junior & Cª

K4 o quadrado AZUL - Almada Negreiros





Em dia de aniversário do nascimento de Amadeo de Souza Cardoso, nada melhor que recordar a publicação do "K4 o quadrado AZUL", de Almada Negreiros, trazendo aqui quatro das vinte páginas deste "monumento" do nosso modernismo.

Amadeo de Souza Cardoso nasceu há 122 anos

Amadeo em criança. In Amadeo de Souza Cardoso Fotobiografia, FCG, 2007
.
A 14 de Novembro de 1887, às 2.30 horas, nasceu em Manhufe, paróquia de Mancelos, concelho de Amarante, Amadeu Ferreira de Souza Cardoso, filho de José Emígdio de Souza Cardoso e de Emília Cândida Ferreira Cardoso, faz hoje 122 anos.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Amanhã é dia 14 de Novembro

14 de Novembro de 1887 - 14 de Novembro de 2009 = 122 anos

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Bernardino Machado - Almeida Santhiago & Cª


Revista de Imprensa

In "Portugal Diário online

Analistas do BCE revêem em alta as previsões económicas
PIB deve aumentar 1%

O Banco Central Europeu (BCE) indicou esta quinta-feira que os especialistas em previsões económicas reviram em alta as expectativas de crescimento para a zona euro, esperando um aumento do PIB de 1 por cento em 2010, contra os 0,3% avançados na última estimativa.
O inquérito do BCE junto destes especialistas mostra também uma melhoria das expectativas para 2009, com uma recessão esperada de 3,9 por cento, contra a contracção de 4,5 por cento antecipada em Agosto.
No seu boletim mensal de Novembro, hoje publicado, o BCE reafirma esperar uma recuperação gradual da economia da zona euro.
COMENTÁRIO: Estes "especialistas em previsões económicas" não acertam uma e, entretanto, a economia real vai-se desmoronando. Até ao final do ano ainda os vamos ver a mudar de opinião uma série de vezes. Talvez se experimentassem aquela tese do "prognóstico só depois do jogo"...

Revista de Imprensa

In Correio da Manhã 12NOV09

Autor do programa socialista é do PSD
O polémico empresário, Pedro Sarmento Coelho, de 33 anos, que viu o projecto de 30 milhões de euros para produzir bivalves no mar de Cascais falhar, apesar das suas ligações ao PS e de ter participado activamente na campanha de José Sócrates, é, afinal, militante do PSD, inscrito na secção F de Lisboa.

Banca lucra cinco milhões por dia
Os cinco maiores bancos do País apresentaram entre Janeiro e Setembro de 2009 um lucro combinado de 1,4 mil milhões de euros. Feitas as contas, BES, CGD, Santander Totta, BCP e BPI, que representam mais de 80% da Banca nacional, um lucro combinado de 5,19 milhões de euros por dia desde o arranque do ano.

COMENTÁRIO: Sem comentários

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

D. Eunice Muñoz

Eunice Muñoz em 1946 (colecção do autor)

Eunice do Carmo Muñoz nasceu na Amareleja, em 30 de Julho de 1928.
Actriz portuguesa de referência do teatro, televisão e cinema português é considerada uma das melhores actrizes portuguesas de todos os tempos.
Com origens numa família de actores, Eunice Muñoz estreou-se em 1941, na peça "Vendaval", de Virgínia Vitorino, com a Companhia Rey Colaço/ Robles Monteiro, sediada no Teatro Nacional D. Maria II.
O seu talento foi de imediato reconhecido e admirado por Palmira Bastos, Raul de Carvalho, João Villaret e pela própria Amélia Rey Colaço, o que lhe permitiu uma rápida integração na Companhia.
Com 81 anos de idade, a actriz está de regresso ao Teatro Nacional D. Maria II, 68 anos depois de ter pisado esse palco pela primeira vez.
"O ano do pensamento mágico" é um monólogo que conta a história trágica de uma mulher cuja vida muda em beves segundos.

Fim da I Grande Guerra Mundial foi há 91 Anos

Armas calaram-se às 11:11 de 11 de Novembro de 1918

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Quinta do Sabor - Manoel Joaquim Pinto

Inovação

Un Jornal de Negócios on line

A torre eólica mais eficiente do mundo é feita em Sever do Vouga, distrito de Aveiro. Foi baptizada com o nome de E82, possibilita uma produção de energia eléctrica de mais 30% face às torres tradicionais e foi desenvolvida pelos alemães da Enercon.

Celso Filipe
cfilipe@negocios.pt

A empresa responsável pela sua construção é a A. Silva Matos (ASM), uma "holding" familiar criada há 30 anos, que começou pela área da metalomecânica e hoje aposta forte na área da energia.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Nazareth - Barracas de banhos

Este cliché ilustra um notável bilhete postal ilustrado da Nazaré cerca de 1910. Não está circulado nem tem a indicação do editor nem do fotógrafo. Talvez Álvaro Laborinho.
Contudo, vale a pena o seguinte exercício: Clique na imagem e analise cada centímetro quadrado da fotografia. Repare no vestuário das senhoras e dos senhores lá mais atrás, nos calções e nos brinquedos das crianças, no homem das bolas de berlim, na legenda da barraca do lado direito, ... e em tudo o mais que por lá se encontra e que fazia as delícias dos princípios do século XX à beira mar.
Imperdível.
E lá atrás os ascensores...

Ora diga lá outra vez

In Jornal de Negócios on line

"Jean Claude Trichet
Economia mundial está a recuperar "ligeiramente" mais rápido do que o esperado."
.
Será que também votamos neste senhor e, por isso, vamos continuar a ter que o "aturar"?

domingo, 8 de novembro de 2009

Rua do Mundo

"De costas para a Igreja de S. Roque, pode ver-se uma grande extensão da Rua da Misericórdia (que já se chamou rua do Mundo) e a "inflexão que faz, a certo ponto, acompanhando a inflexão que faz a muralha fernandina".
Qualquer um de nós, estou certo, gostaria de morar na Rua do Mundo, local de passagem permanente de pessoas e culturas dos quatro cantos do mundo, fazendo lembrar a Lisboa do princípio do século XX, a Lisboa de Fernando Pessoa.
E pode ver-se, por ali abaixo, Álvaro de Campos, até Ricardo Reis, Santa Rita-Pintor, Almada Negreiros, Mário de Sá-Carneiro.
Esta Lisboa que, por incrível que pareça, a espaços, ainda está lá, neste século XXI, nalguns recantos, à nossa espera, como se o tempo tivesse parado.
E alguns personagens parecem os mesmos.
Como se aguardassem a D. Fernando, da carreira da Índia, que há-de chegar para a semana e trazer os tropas da guarnição de Diu e as especiarias que hão-de inundar as lojas da baixa e notícias do Oriente.
Vale sempre a pena regressar a Lisboa.

Carnaval - A. Nicolau d' Almeida & Cª, Lda

Tentação - Adriano Ramos Pinto

A arte de bem comunicar sempre foi levada muito a sério pelo sector do Vinho do Porto. O que se traduziu em verdadeiras obras de arte nos rótulos das garrafas e nos cartazes promocionais, o que comprova a maturidade do sector.
Apreentaremos alguns belíssimos exemplos, começando por este rótulo do vinho do Porto "Tentação", da Adriano Ramos Pinto, a firma que foi mais longe na aposta no marketing.

sábado, 7 de novembro de 2009

Macedo de Cavaleiros

Numa "pescaria" aos postais, encontrei esta magnífica fototipia de Macedo de Cavaleiros, "Rua das Eiras", e não poderia deixar de o dedicar ao habitual passante e colaborador destas Margens, Manuel Cardoso, em sinal de reconhecimento pela amizade com que nos brinda. Bilhete postal ilustrado "Edição de Adriano Rodrigues - Bragança. Exemplar não circulado.