Faz amanhã anos que desapareceu Ayrton Senna da Silva - 1 de Maio de 1994.
sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
In JN online
Tribunal Constitucional "chumba" revogação da avaliação dos professores
O Tribunal Constitucional declarou, esta sexta-feira, a inconstitucionalidade da revogação da avaliação do desempenho docente, cuja fiscalização preventiva tinha sido pedida pelo Presidente da República.
O Tribunal Constitucional justificou a declaração de inconstitucionalidade da revogação da avaliação de desempenho dos professores, aprovada pela oposição, com a "violação do princípio da separação e interdependência dos órgãos de soberania".
"O Tribunal Constitucional decide pronunciar-se no sentido da inconstitucionalidade das normas constantes nos artigos 1.º e 3.º do decreto [...] por violação do princípio da separação e interdependência dos órgãos de soberania, consagrado no n.º 1 do artigo 111.º da Constituição da República Portuguesa com referência às alíneas c, d e e do artigo 199, todos da Constituição da República", afirmou o juiz conselheiro Vítor Gomes, relator, na leitura do acórdão.
O relator acrescentou que o TC decidiu ainda "pronunciar-se pela inconstitucionalidade consequencial das restantes normas do mesmo decreto".
A decisão, acrescentou, foi tomada por "unanimidade quanto à norma do artigo 1.º e por maioria quanto às restantes".
Votaram integralmente a decisão os conselheiros Vítor Gomes, relator por vencimento, Carlos Fernandes Cadilha, Maria Lúcia Amaral, com declaração de voto, Maria João Antunes, Joaquim de Sousa Ribeiro, Catarina Sarmento e Castro, com declaração de voto, Ana Guerra Martins e o conselheiro vice-presidente Gil Galvão e o conselheiro presidente Rui Moura Ramos.
Tribunal Constitucional "chumba" revogação da avaliação dos professores
O Tribunal Constitucional declarou, esta sexta-feira, a inconstitucionalidade da revogação da avaliação do desempenho docente, cuja fiscalização preventiva tinha sido pedida pelo Presidente da República.
O Tribunal Constitucional justificou a declaração de inconstitucionalidade da revogação da avaliação de desempenho dos professores, aprovada pela oposição, com a "violação do princípio da separação e interdependência dos órgãos de soberania".
"O Tribunal Constitucional decide pronunciar-se no sentido da inconstitucionalidade das normas constantes nos artigos 1.º e 3.º do decreto [...] por violação do princípio da separação e interdependência dos órgãos de soberania, consagrado no n.º 1 do artigo 111.º da Constituição da República Portuguesa com referência às alíneas c, d e e do artigo 199, todos da Constituição da República", afirmou o juiz conselheiro Vítor Gomes, relator, na leitura do acórdão.
O relator acrescentou que o TC decidiu ainda "pronunciar-se pela inconstitucionalidade consequencial das restantes normas do mesmo decreto".
A decisão, acrescentou, foi tomada por "unanimidade quanto à norma do artigo 1.º e por maioria quanto às restantes".
Votaram integralmente a decisão os conselheiros Vítor Gomes, relator por vencimento, Carlos Fernandes Cadilha, Maria Lúcia Amaral, com declaração de voto, Maria João Antunes, Joaquim de Sousa Ribeiro, Catarina Sarmento e Castro, com declaração de voto, Ana Guerra Martins e o conselheiro vice-presidente Gil Galvão e o conselheiro presidente Rui Moura Ramos.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
25 de Abril
domingo, 24 de abril de 2011
Caminho de Ferro na Lixa
Belíssimo bilhete postal ilustrado da "Lixa - Entrada da Rua d'Alegria", edição de Justino d'Abreu, Filho, cerca de 1918. Pode parecer estranho mas, efectivamente, a Lixa teve Caminho de Ferro - Companhia do Caminho de Ferro de Penafiel à Lixa e Entre os Rios. Esta Linha que assentava os carris nas estradas, teve a inauguração do 1º troço em 16 de Fevereiro de 1913, chegaria a 8 de Novembro de 1913 a Lousada, em Junho de 1914 a Felgueiras e à Lixa em 14 de Setembro de 1914, rebocado pela máquina "Seixoso", num total de 33 Km demorando 2 horas na viagem.
Mulher a fiar linho
In Portugal online
Ourives doa coleção de 500 peças de ouro ao município
«Devo muito à cidade de Viana do Castelo. Seria muito triste que, depois da minha morte, este espólio fosse vendido de qualquer maneira»
Um ourives de Viana do Castelo vai doar ao município um espólio de mais de 500 peças de ouro popular e tradicional, que reuniu em 50 anos e que retrata vários séculos do metal precioso.
«Devo muito à cidade de Viana do Castelo. Seria muito triste que, depois da minha morte, este espólio fosse vendido de qualquer maneira», começou por explicar à Lusa o ourives Manuel Freitas.
Agora com 70 anos e há meio século na actividade da ourivesaria, Manuel Freitas foi notícia em 2007 ao ver o seu Museu da Ouro Tradicional, e a contígua ourivesaria, vítima de um dos mais graves assaltos de que há memória na região.
Por entre troca de tiros entre assaltantes e PSP, em plena luz do dia, o resultado foi um morto e vários feridos. Além de centenas peças perdidas para sempre e um milhão de euros de prejuízos. «O que sobrou do assalto vou oferecer à cidade», afirma o Ourives.
Todos os dias, fruto da crise, diz assistir a algo que só teve paralelo na crise dos anos vinte do século passado, mas que não quer ver repetido com a sua colecção. «O ouro era a segurança social dos mais pobres e nos primeiros anos do século passado o povo vendeu-o porque não tinha dinheiro. Foi tudo fundido e agora estamos a assistir, de novo, à delapidação da história de um povo», conta.
Numa altura em que «tudo é derretido para fazer algum dinheiro», mesmo as peças de família mais históricas, Manuel Freitas quer ver uma instituição pública a garantir cuidar da colecção.
Esta oferta será concretizada «sem qualquer compensação financeira mas através de uma fundação envolvendo, em partes iguais, ele próprio e a esposa, além da Câmara e da Associação Empresarial de Viana do Castelo.
«O meu filho, que morreu recentemente, foi um dos impulsionadores desta doação. Por isso a fundação terá o nome dele: Eduardo Freitas», acrescenta, esperando concretizar a doação em Julho.
Admite tratar-se de um desejo já com dez anos mas que nunca foi possível concretizar junto da autarquia, até que agora surgiu o entendimento.
Entre a colecção contam-se sobretudo centenas de peças de ouro popular mas também outras mais trabalhadas, entre as quais um pesado colar de Gramalheira ou vistosas Custódias, além dos típicos brincos oferecidos às crianças pelos familiares.
Naquele edifício, agora propriedade da Câmara, funcionou durante anos o Banco de Portugal em Viana, pelo que os antigos cofres, garante, «são o melhor sítio para guardar e expor a colecção».
Simultaneamente com a entrega da colecção, cujo valor monetário não revela por razões de segurança, Manuel Freitas vai ainda lançar o livro «Ourar e Trajar», da sua autoria, sobre ourivesaria e trajes regionais.
Ourives doa coleção de 500 peças de ouro ao município
«Devo muito à cidade de Viana do Castelo. Seria muito triste que, depois da minha morte, este espólio fosse vendido de qualquer maneira»
Um ourives de Viana do Castelo vai doar ao município um espólio de mais de 500 peças de ouro popular e tradicional, que reuniu em 50 anos e que retrata vários séculos do metal precioso.
«Devo muito à cidade de Viana do Castelo. Seria muito triste que, depois da minha morte, este espólio fosse vendido de qualquer maneira», começou por explicar à Lusa o ourives Manuel Freitas.
Agora com 70 anos e há meio século na actividade da ourivesaria, Manuel Freitas foi notícia em 2007 ao ver o seu Museu da Ouro Tradicional, e a contígua ourivesaria, vítima de um dos mais graves assaltos de que há memória na região.
Por entre troca de tiros entre assaltantes e PSP, em plena luz do dia, o resultado foi um morto e vários feridos. Além de centenas peças perdidas para sempre e um milhão de euros de prejuízos. «O que sobrou do assalto vou oferecer à cidade», afirma o Ourives.
Todos os dias, fruto da crise, diz assistir a algo que só teve paralelo na crise dos anos vinte do século passado, mas que não quer ver repetido com a sua colecção. «O ouro era a segurança social dos mais pobres e nos primeiros anos do século passado o povo vendeu-o porque não tinha dinheiro. Foi tudo fundido e agora estamos a assistir, de novo, à delapidação da história de um povo», conta.
Numa altura em que «tudo é derretido para fazer algum dinheiro», mesmo as peças de família mais históricas, Manuel Freitas quer ver uma instituição pública a garantir cuidar da colecção.
Esta oferta será concretizada «sem qualquer compensação financeira mas através de uma fundação envolvendo, em partes iguais, ele próprio e a esposa, além da Câmara e da Associação Empresarial de Viana do Castelo.
«O meu filho, que morreu recentemente, foi um dos impulsionadores desta doação. Por isso a fundação terá o nome dele: Eduardo Freitas», acrescenta, esperando concretizar a doação em Julho.
Admite tratar-se de um desejo já com dez anos mas que nunca foi possível concretizar junto da autarquia, até que agora surgiu o entendimento.
Entre a colecção contam-se sobretudo centenas de peças de ouro popular mas também outras mais trabalhadas, entre as quais um pesado colar de Gramalheira ou vistosas Custódias, além dos típicos brincos oferecidos às crianças pelos familiares.
Naquele edifício, agora propriedade da Câmara, funcionou durante anos o Banco de Portugal em Viana, pelo que os antigos cofres, garante, «são o melhor sítio para guardar e expor a colecção».
Simultaneamente com a entrega da colecção, cujo valor monetário não revela por razões de segurança, Manuel Freitas vai ainda lançar o livro «Ourar e Trajar», da sua autoria, sobre ourivesaria e trajes regionais.
sábado, 23 de abril de 2011
Porto - Foz do Douro
quarta-feira, 13 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
"Sacrifícios têm que ser repartidos por todos", diz Cavaco O Presidente da República, Cavaco Silva, reiterou esta segunda-feira que "os sacrifícios têm de ser repartidos por todos" e sublinhou que ninguém se pode "eximir ao contributo necessário" para o país vencer "as adversidades do presente".
domingo, 10 de abril de 2011
Ponte Pensil e Ponte Luiz I - Porto
Este bilhete postal ilustrado retrata a Ponte Luiz I e a ponte Pensil D. Maria II, na cidade do Porto.
Trata-se de um BPI editado por Alberto Ferreira, da Praça da Batalha, cerca de 1905, com um cliché que deve ser de 1887, ano em a ponte pensil foi desmontada por questões de segurança.
Como se pode ver neste BPI, a Ponte Luiz I está terminada e a Ponte Pensil continua a ter trânsito de pessoas.
Exemplar não circulado.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Portugal país de suicidas - Miguel Unamuno
Miguel de Unamuno foi uma das mais ilustres figuras da literatura e da cultura de Espanha do Século XIX e XX. Nasceu em Bilbau em 29 de Setembro de 1864 e foi nomeado reitor da Universidade de Salamanca em 1900. Teve estreitas relações com os maiores intelectuais portugueses da época, Guerra Junqueiro, Teixeira de Pascoaes, Eugénio de Castro, Manuel Laranjeira e Fidelino de Figueiredo.
Em 1907 esteve em Amarante e escreveu páginas notáveis sobre a Vila e Pascoaes.
No seu livro "Por Tierras de Portugal y España" integra o ensaio intitulado "Un pueblo suicida", escrito em Lisboa em 1908.
Para Unamuno, Portugal é um país de suicidas não porque se suicidaram alguns dos nossos maiores escritores (Antero e Camilo, nomeadamente) mas porque deixou de olhar para o futuro, de ter um verdadeiro ideal nacional. Para Unamuno, o povo português, meigo na aparência, era, no seu íntimo, violento e apaixonado. A sua condenação à inércia metamorfoseava-se em impulso suicida: "A paixão trá-lo à vida, e a própria paixão, consumido o seu alimento, leva-o à morte. Hoje o que lhe resta? Dentro de uns dias, em 1 de Dezembro, celebrar-se-ão as festas da restauração da sua nacionalidade, de ter sacudido a soberania dos Filipes da Espanha. No dia seguinte voltarão a falar de bancarrota e de intervenção estrangeira. Pobre Portugal!"
Neste últimos dias tenho-me lembrado muito destes escritos embora o retrato de Amarante seja bem mais interessante.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Portugal Pede ajuda à UE
In "rtp.pt"
Roubini diz que a preocupação deve ser a Espanha "A grande questão não é Portugal - que é [um país] muito pequeno -, mas antes se o problema pode contagiar, dentro de algum tempo, também Espanha, um país que é grande demais para falhar, mas também grande demais para ser salvo", disse ontem à Bloomberg o economista Nouriel Roubini, professor da Universidade de Nova Iorque e um dos que previu a crise financeira mundial.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Agências de rating
Pergunto: Os senhores das Agências de rating que agora todos os dias nos entram pela casa dentro para nos comunicarem pela enésima vez que nos baixam o rating, será que não têm mais nada que fazer?
E se, simpaticamente, fossem chatear outro(s)?
domingo, 3 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Mulher Descendo a Rua das Flores
Essa mulher desce a Rua das Flores com uma par de cravos na mão. Na face, traz a mágoa duma rainha deposta por motins caluniosos. Talvez a mágoa provenha duma
pontada nas cruzes. Ou talvez o marido vadie pelas tascas e ela ensaie mentalmente
o sermão para o jantar. Talvez esse homem, ao voltar da ronda da sueca, pressinta a
nova ordem com epicentro numa jarra, mas estará demasiado mortiço para se dar
ao luxo do entendimento. Limitar-se-á a deslizar até à cama como o legítimo e
mendicante inquilino do corpo da mulher. Ela sabe todas essas coisas sem saber que
sabe, por isso caminha sob as varandas de ferro cumprindo serenamente o seu exílio,
enquanto deita um olhar sem ilusão às montras das ourivesarias. De onde lhe virá a
majestade do porte magoado? Dos cravos? De modo algum. Os cravos são apenas
promessas de beleza e ordem.
Cimo de Vila
Carlos Tê. Manuela Bacelar
Subscrever:
Mensagens (Atom)





